Pena que não estava com
minha câmera, teria registrado tudo e postado aqui as cenas que me fizeram atrasar
por quase uma hora.
Não tinha diferença alguma
entre a relação daquela família de pardais com a de uma família de humanos, os movimentos
do pardal bebê tinham as mesmas características dos de um bebê humano.
Sem equilíbrio e sem noção
do perigo, o pardalzinho se virando sozinho observado pelo pai que apenas o
orientava tentando atraí-lo para um local mais seguro.
A preocupação do pai
parecia ser menor que a nossa, seu jeito de educar expõe muito o bebê ao perigo,
talvez seja a forma que consideram mais apropriada para a sobrevivência dele sozinho.

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