Com
toda tecnologia existente, ainda temos dificuldade em punir um motorista
embriagado porque não somos capazes de adquirir provas que possam comprovar seu
estado de embriagues sem a sua permissão.
É vexatório
presenciar a “peleja” dos agentes de trânsito no momento da abordagem ao indivíduo
com sintomas de embriagues quando o submetem ao exame de alcoolemia.
Digamos
que seja um ato que não se enquadra com o perfil da polícia, que é instruída a
manter a ordem. Diante de curiosos, os agentes são submetidos à “malandragem”
dos bêbados, que se negam a fazer de forma correta o exame, e acabam pondo em
risco a ordem dos policiais.
A
lei seca não tem os pés firmes no chão, é cheia de contradições que têm gerado
muita polêmica e não foram adquiridos os resultados necessários para o combate
a essa imprudência nociva à sociedade.
Só
vamos encontrar melhores resultados no trânsito quando o poder público investir
melhor na educação. Enquanto direcionamos todo empenho ao problema do álcool,
esquecemos a ignorância dos motoristas, essa mata bem mais que o álcool nas
estradas brasileiras.
A forma
como é fornecida uma Carteira Nacional de habilitação (CNH) não está de acordo
com o que o trânsito nas ruas exige. Já deveriam ter sido incluídos exames mais
rigorosos de comportamento do indivíduo no processo que faz a habilitação.
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