Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de julho de 2015

MOSSORÓ ENTRE OS 20 MUNICÍPIOS DO NORDESTE COM AS MELHORES INDICAÇÕES ECONÔMICAS

Thaisa Galvão
Mossoró é o único município do Rio Grande do Norte a integrar o G-20 do Semiárido Nordestino. 

Trata-se dos 20 municípios com as melhores indicações econômicas da região Nordeste. A ideia nasceu na Prefeitura de Petrolina, em Pernambuco.

O Ceará é o estado com maior número de municípios incluídos neste grupo com Caucaia, Crato, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Maranguape, Iguatu e Sobral. 
Em segundo lugar, está a Bahia, com cinco municípios: Feira de Santana, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso e Vitória da Conquista.

Da Paraíba entram Campina Grande e Patos, e de Pernambuco, Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Garanhuns e Petrolina. 
Do Rio Grande do Norte só entrou Mossoró.
Alagoas também só com uma: Arapiraca.

Os demais estados do Nordeste não estão na lista.
Os critérios para a criação do G20 são a densidade demográfica e a influência econômica exercida pelos municípios em outras localidades.

O PIB movimentado pelo grupo gira em todo de R$ 50 bilhões e reúne 4,6 milhões de habitantes.

O grupo vai propor debates sobre políticas que estimulem avanços, participação e representatividade dos municípios, com o objetivo de reduzir as disparidades econômicas das regiões.

A Sudene exercerá papel estratégico na articulação do movimento. 
O próximo encontro para discutir a criação do G20 Semiárido será em Petrolina, em um evento a ser realizado em agosto.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

MOSSORÓ LIDERA EXPORTAÇÃO DO RN

Thaisa Galvão

Mossoró foi o principal responsável pelo crescimento de 1,4% nas exportações no ano de 2014 no Rio Grande do Norte.

O índice dá ao município o título de maior exportador do estado.
As informações são levantadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Indústria do Comércio Exterior, que apresentou um aumento de 3,13% em relação ao ano anterior para a cidade.

O Município fechou 2014 com um total de US$ 75,4 milhões em exportações.
Natal vem em segundo lugar com US$ 32,4 milhões, e São Gonçalo do Amarante em terceiro com US$ 30,5 milhões.

O destaque do saldo positivo vai para a comercialização de produtos relacionada à fruticultura irrigada como melão, melancia e mamão, que juntos foram responsáveis por 54% das exportações da cidade em 2014.

Seguindo no ranking vem a castanha e o sal marinho.
Os principais destinos das exportações do Rio Grande do Norte são os Estados Unidos (18%), Holanda (16,7%), Espanha (10,8), Reino Unido (8,6%) e Argentina (4,5%).

domingo, 23 de fevereiro de 2014

MOSSORÓ ESTÁ COM COMÉRCIO FRACO!


É muito difícil saber a que atribuir a notoriedade do enfraquecimento do comércio no centro da cidade de Mossoró. São muitas as lojas que fecharam as portas e outras que enfraqueceram o ritmo de oferta, comércios que antes trabalhavam com objetos valiosos e hoje vendem “bugigangas”.

São muitos os fatores que podem estar contribuindo para este desânimo, pode ser por conta da falta de espaço com trânsito tumultuado, como também a descentralização causada por muitos empreendedores que veem em outras áreas da cidade mais vantagens para um melhor funcionamento de suas empresas.

Outro fator que dever ser levado em conta é que percebe-se que o comércio não é tão pulverizado como antigamente, as grandes redes estão sufocando as pequenas empresas e muitas já não existem.

Por outro lado vemos os bares, restaurantes, casas de show, todos diminuíram muito seus ritmos, uns acreditam que a lei seca tem contribuído em favor do desgaste no setor, mas não há nada que confirme já que os outros setores sofrem da mesma forma.


O que é preocupante e faz medo é se este enfraquecimento estiver relacionado à uma crise financeira por conta da sequência de invernos irregular
es, pois nestas circunstancias a recuperação é lenta, talvez sejam necessários vários anos.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

PORQUE NA PARAÍBA A GASOLINA É MAIS BARATA?


Seria bom que as autoridades do Rio grande do Norte dessem  uma explicação no sentido de justificar este prejuízo enorme à nossa  economia.

Em Mossoró, no Rio Grande do Norte, o litro de gasolina é vendido ao custo que chega até R$ 3,05. No estado da Paraíba, que faz estrema com RN, o preço é bem mais atrativo, na capital, João pessoa, o litro da mesma gasolina custa R$ 2,69, uma diferença de 12 %. Em uma compra de 10 litros do produto em Mossoró, o consumidor leva 1 litro e 200ml a menos.

O que é preocupante é que preço do combustível reflete diretamente em todos os outros produtos e deixa o Rio Grande do Norte com uma larga desvantagem sobre o estado vizinho

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

MUDANÇAS NO BRASIL DEPOIS DA CONSTITUIÇÃO

Da Agência Brasil
Da hiperinflação à estabilidade econômica, o Brasil passou por profundas mudanças nos últimos 25 anos, desde a promulgação da Constituição de 1988. Naquele ano, os brasileiros conviviam com inflação próxima a 1.000% ao ano, enquanto hoje a previsão da alta geral dos preços é aproximadamente 6,5% no ano. Em 1988, a população era mais de 141 milhões, hoje já ultrapassou os 200 milhões.

Passados 25 anos, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos brasileiros quase dobrou, passando de US$ 6,6 mil para US$ 12,4 mil. O salário mínimo, que em 1988 equivalia a R$ 415, hoje é R$ 678. O número de carros circulando pelas estradas brasileiras, que era  aproximadamente 10 milhões de unidades, hoje ultrapassa a marca de 70 milhões, de acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

A moeda à época era o cruzado, criado pelo então presidente José Sarney para tentar controlar a inflação, e atualmente é o real, instituído no governo do presidente Itamar Franco, em 1994. A taxa de desemprego, apesar de oscilações no período, se manteve na casa de 5%. Desde a Constituição de 1988, a expectativa de vida dos brasileiros aumentou de 65,8 anos para 74. 

No campo político, a representação partidária no Congresso era composta por 13 legendas, sendo o PMDB e o então PFL, hoje DEM, as duas maiores forças. Duas décadas e meia depois, os partidos com representação na Câmara e no Senado totalizam 23 siglas, sendo o PT e o PMDB os maiores partidos políticos. Ao todo, com registro definitivo, existem 32 legendas no Brasil. O número de parlamentares no Congresso Nacional saltou de 559 para 594.

Durante o governo de seis presidentes - José Sarney (1985-1990), Fernando Collor (1990-1992), Itamar Franco (1992-1995), Fernando Henrique Cardozo (1995-2003), Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011) e Dilma Rousseff (desde 2011) - o Brasil conseguiu reduzir a taxa de analfabetismo de 17% da população acima de 15 anos para 8,6%.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

MAIS UMA LEI CONTRA O CIGARRO

A comissão de assuntos Sociais (CAS) do senado Federal aprovou proposta que proíbe a comercialização de produtos de tabaco em postos de combustível, supermercados, bancas de jornal e lojas de conveniência.

É proposta do senador Paulo Davim (PV) para restringir locais de venda como o cigarro e, com isso, restringir também o número de fumantes.

Existem pesquisas indicando que 80% da decisão da compra do cigarro ocorrem nesses locais de venda. Agora a proposta passa por outras comissões da casa como Econômico (CAE e de Constituição e Justiça (CCJ) Depois será  encaminhada para a Câmara dos Deputados.

Nota do blog: Se aprovada, será mais uma lei irresponsável, junta com a lei seca, contribuirão para o atrofiamento da economia brasileira. 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

TUDO SECO NO SERTÃO

Ao visitar o município de Antonio Martins, na semana que passou, pude ver de perto o estrago da seca naquela região. Revolta o cidadão não ver investimentos por parte do governo que acabem com esse sofrimento do povo.

Todo ano de seca é a mesma coisa, os açudes de pequeno porte secam e o desespero das pessoas é grande, porque eles dependem da água para dar de beber aos animais.

Já foi feito muito, mas está longe do suficiente. O pior é que precisaria de valores bem menores do que vemos investidos em obras de ornamentação nas cidades maiores, açudes feitos usando apenas barro já mudariam a história do nordestino.

Quando há inverno, há água de sobra, como não têm reservatórios suficientes ela vai embora, e quando chega a estiagem faz falta ao homem do campo. O governo teria que construir açudes grandes para garantir água e ração para os animais durante tempos difíceis.

Os prejuízos causados pela seca são incalculáveis, não tem matemático que consiga fazer a conta do quanto perdemos de produzir em anos como esse. O leite, carne, o ovo da galinha caipira, a carne de bode, de porco, mel de abelha, peixe, gergelim, fava, castanha de caju, batata-doce, jerimum, melancia, milho, feijão e muitos outros produtos que não lembro no momento.


Acredito que a nossa economia vai sentir muito ao longo dos anos, ao contrário do que muitos pensam, que o problema acaba com a chegada do inverno.
Na foto abaixo uma pinha assada pelo Sol

domingo, 3 de junho de 2012

INFORME-SE MELHOR, NÃO DÊ CHANCES A QUEM FALSIFICA.



A falsificação de cédulas continua dando prejuízo a sociedade brasileira. O Banco Central encontrou 161 mil cédulas falsas só este ano.Quem paga a conta? Nós mesmos, o Banco Central não troca uma nota falsa do cidadão que foi lesado.


Portanto cabe a cada um de nós fazer a fiscalização dessas cédulas. Toda atenção é pouca no momento de receber dinheiro para evitar surpresas desagradáveis. O número maior de vitimas do dinheiro falso corresponde as pessoas que trabalham no comércio.

Veja dicas importantes do BC para identificar as cédulas verdadeiras.  

sexta-feira, 23 de março de 2012

A DIFERENÇA ENTRE POUPAR R$100 E DEVER R$100

Saiba a diferença entre você dever R$100 e poupar R$100 pelo mesmo tempo no sistema tributário e financeiro atual no Brasil.

Se um correntista tivesse depositado R$100 (cem Reais) em qualquer banco no dia 1º de julho de 1994, data esta que foi lançado o Plano Real, ele teria hoje em sua conta a quantia de R$ 374,00 (trezentos e setenta e quatro reais).

Se na mesma data o mesmo correntista tivesse sacado no cheque especial a quantia de R$100 no cheque especial, ele já teria contraído uma dívida de R$ 139.259,00 (Cento e trinta e nove mil, duzentos e cinquenta e nove reais).

Explicando melhor, com dívida dos R$ 100 do cheque especial ele ficaria devendo 9 carros populares, enquanto a poupança da mesma quantia daria para comprar 3 Pneus.

Os bancos ganham quantias exorbitastes. O Bradesco teve dois bilhões de reais de lucro só no primeiro semestre. Campanha pela reforma tributária e financeira já.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

PORQUE NÃO GUARDAR NOTAS DE CEM EM VEZ DE MOEDAS?


A mania das pessoas de guardarem as moedas de 1 real vem atrapalhando o comércio de todo Brasil.

Na época da inflação isso não existia, se guardasse o dinheiro por um mês já perdia o valor pela metade, como hoje o Real está estabilizado, o povo aproveita e faz reservas em casa com moedas, além de ser perigoso passar por um assalto e perder tudo,  desequilibra a circulação do dinheiro, faltando troco nos comércios.

O certo seria não guardar dinheiro em casa, dinheiro preso da prejuízo  a economia,  mas como guardam, deveriam dar preferência as cédulas de maior valor que não causam transtornos no comércio.       

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

E AGORA O PÃO VAI OU NÃO VAI BAIXAR O PREÇO?

Há poucos meses tivemos uma alta absurda no preço das massas por conta da alta no preço do trigo, os panificadores repassaram os custos para os consumidores.
    
Agora é a vez de o consumidor cobrar dos panificadores a redução dos preços dos pães. O governo já anunciou a redução de impostos na farinha de trigo até o mês de Junho de 2012.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

OS GRANDES SUPERMERCADOS VENDEM MAIS CARO

Já não temos mais a mania de pechinchar na hora de fazer nossas compras. Com a valorização do Real a situação das pessoas de baixa renda melhorou, hoje podem comprar bem mais. Com isso veio também a mania de esquecer as pechinhas na hora da compra.

Os comerciantes aproveitam o comodismo das pessoas para explorar a vontade. Os grandes supermercados oferecem créditos com juros alarmantes e vendem com margens de lucros exagerado.

Não existem meios de fiscalização para esses setores, o que acontece é que, poucos enriquecem a passos largos e ao mesmo tempo os pequenos comerciantes vão à falência por não terem estrutura para competir.

A culpa, como sempre, é da população que não fiscaliza os preços, são iludidos com lojas bonitas e a diversidades de produtos e acabam esquecendo a economia que é muito importante.