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sábado, 13 de junho de 2015

NEGROS E PARDOS SÃO OS QUE MENOS CONFIAM NA POLÍCIA

Podemos dizer que os números são assustadores, segundo uma pesquisa realizada onde foram ouvidas 1650 pessoas, em oito estados, sobre a confiança dos brasileiros nas principais instituições do país. A pesquisa mostra a insatisfação da sociedade com tudo que envolve administração pública. Leia abaixo o texto do Folha, por Monica Bergamo.       

A confiança do brasileiro na polícia é menor entre os negros, pardos e indígenas. Ela chega a 30%, contra 37% dos brancos, segundo pesquisa da Escola de Direito de SP da FGV (Fundação Getulio Vargas)

Em relação á justiça, a situação se repete: 22% de negros, pardos e indígenas confiam nela. Já entre os brancos o percentual é de 27%

Para a professora Luciana Gross Cunha, coordenadora do estudo, a ausência de participação e a sensação de serem “alvos” das instituições explica a credibilidade menor entre integrantes dessas populações. Foram ouvidas 1,650 pessoas em oito Estados.

Lei da força

Na comparação com o relatório de 2014, menos brasileiros confiam no Judiciário (queda de 30% para 25%) no governo Federal (de 29%para 19%) e nos partidos políticos (de 7%para 5%)

E aumentou a credibilidade nas forças Armadas ( de 64% para 68%, na igreja Católica ( de 54% para 57%), nas emissoras de TV (de 31% para 34%) e na polícia ( de 30% para 33%) Ministério Público 945% e congresso Nacional (15%) ficaram estáveis.

Força de lei

E oito em cada dez brasileiros reconhece que é fácil desobedecer ás leis no Brasil, segundo a pesquisa.   

sábado, 30 de maio de 2015

AUTORIDADES BRASILEIRAS JÁ SE PREOCUPAM COM O CIDADÃO DESARMADO


Na reunião desta quinta-feira (28) da comissão especial que discute proposta (PL 3722/12) de mudanças no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), todos se manifestaram favoráveis à revisão do Estatuto como forma a facilitar a compra de armas pela população civil.

Entre palestrantes e deputados, não houve quem se colocasse contra o rearmamento da sociedade, apresentada como desprotegida contra a criminalidade – mais armada, através do contrabando, e mais agressiva, por não encontrar resistência –, o que explicaria o aumento de latrocínios, invasões a residências e fazendas, assaltos com armas brancas e crimes com explosivos.


Entre os expositores, o coronel Marco Antônio Santos, presidente da Confederação Brasiliense de Tiro, observou que, mesmo longe dos grandes centros, o brasileiro, espalhado num Brasil continental, “só tem Deus e ele próprio para defendê-lo, em geral com as mãos, no máximo facão, pois arma de fogo ele não consegue comprar”. E concluiu: “Quem desarma o cordeiro, privilegia o lobo”.

O diretor de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército, general Luís Henrique de Andrade, fez um histórico da atuação de sua arma na área, apontando que 4,5 milhões de armas já foram apreendidas e destruídas pelo Exército.

Indústria de armas
O presidente da Associação Nacional de Armas e Munição, Salésio Nuhs, disse que o governo, quando quer discutir o desarmamento, só fala com as ONGS e não com a indústria: “Uma contradição, pois é ela que controla a fabricação e a venda. Ela não controla as armas ilegais que entram pelo contrabando, que aumentou 455%. Na apreensão de armas no Complexo do Alemão, 80% eram armas contrabandeadas”.

“Quando entrei para esta comissão pensei que seria muito criticada, mas ocorreu o contrário”, disse a deputada Magda Mofatto (PR-GO). “Ganhei mais apoio. Os níveis alarmantes da violência no País se devem em boa parte ao desarmamento da população e à maioridade penal [18 anos], dois pontos que temos de atacar para diminuir esta violência”.

Imigrantes
Para o deputado Delegado Edson Moreira (PTN-MG), também seria necessário melhor fiscalização na entrada de imigrantes através das nossas fronteiras e direcionadas ao Sul, principalmente São Paulo. “Com os imigrantes, entram armas e drogas”, disse.

Depois de acusar o governo de utilizar parlamentares da sua base para protelar os trabalhos da comissão, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC SP) perguntou: “A quem interessa o desarmamento, se tivemos mais de 42 mil pessoas mortas por arma de fogo neste ano? Um recorde”.

Já o deputado João Rodrigues (PSD-SC) disse que o governo “jogou no lixo R$ 600 milhões em propaganda para desarmar o povo brasileiro, uma campanha feita de forma despreparada e até mal intencionada. O cidadão tem dificuldades em obter uma arma para proteger a sua casa, e o bandido tem arma a hora que quer através do contrabando”.

Reportagem – Roberto stefanelli

terça-feira, 26 de agosto de 2014

O POVO NÃO É BESTA, SABE O QUE QUER

A pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira indica que Romário, do PSB, tem 37% das intenções de votos dos eleitores fluminenses na disputa pelo senado e é seguido por Cesar Maia, do DEM, que conta com 22%, conforme o site G1. Isso quer dizer que se a eleição fosse hoje, Romário seria eleito senador.   

Os brasileiros vêm mostrando que querem mudanças de verdade na política brasileira e as oportunidades que aparecem, não estão desperdiçando, mesmo sendo opções duvidosas, vale a pena tentar. O que não pode de forma alguma é dar continuidade o que não está dando certo.

O Brasil vive um período em que os serviços públicos, que são essências na vida das pessoas não estão sendo levados a sério. Na nossa região, somos completamente  desassistidos dos nossos direitos como cidadãos, da segurança publica, da mobilidade urbana, as obras estruturantes são direcionadas para áreas que dão votos, mesmo que não sejam úteis à população.

A periferia de Mossoró, por exemplo, está cheia de ruas intransitáveis por conta de buracos nos calçamentos, as pessoas expostas à poeira no verão e a lama no inverno, entra ano e sai ano, e o problema continua. Isso tem que acabar.

Mas a gente tem a esperança, particularmente acredito na sabedoria do povo, de forma natural, as coisas vão se consertando, é como diz a música ”se avexe não, a burrinha da felicidade nunca se atrasa”.

Diante desta violência assustadora que vivemos aqui em Mossoró, por exemplo, a gente tem pelo menos até aqui, uma ilusão de que tudo vai passar, pelo menos eu, acredito que é questão de pouco tempo, a paz vai chegar para morar em Mossoró. Mas esta esperança não vem da confiança no poder público, ela vem da naturalidade da sabedoria do povo.

Vemos uma população inconformada com o crime e essa população vai encontrar formas de se sair desta violência. Esses números altíssimos de assassinatos estão formando um grupo de conscientes entre os envolvidos de que o crime não compensa e desta forma naturalmente prevalecerá a paz.

Da mesma forma vemos os efeitos da sabedoria do povo na política, que também de forma natural está se livrando de muitos políticos ruins. 



quarta-feira, 28 de maio de 2014

TELEFONES FIXOS SEM MANUTENÇÃO

A operadora Oi não tem zelo pelos clientes que ainda têm em suas casas o telefone fixo. Há mais de três meses que venho tendo problemas com minha linha e por várias vezes comuniquei a operadora e ainda não fui atendido.

As minhas reclamações são anotadas por pessoas que atendem no outro lado da linha, só que se resume somente nisso e nada mais. O Telefone está mudo, mas a conta é pontual até de mais para meu gosto.

 Diante de uma situação como esta, o leitor deve estar se perguntando: “E porque não entra na justiça?” Seria uma ótima ideia, se eu fosse desocupado sem nada para fazer, talvez fosse tentar procurar meus direitos, se é  que eles existem.

No meu bairro (Aeroporto) tem vários clientes com o mesmo problema, os telefones fixos quebrados, sem manutenção e sem ter a quem reclamar, se formos procurar a justiça, o que vamos gastar para ter acesso aos nossos direitos com tempo e dinheiro, torna-se ainda pior, pois não temos a certeza de ganhar causa, e se ganhar, se ainda estivermos vivos. Infelizmente é esta a situação na qual se encontram os cidadãos brasileiros.

Outro dia encontrei com um funcionário que presta serviço a Oi e contei o problema, ele se ofereceu para concertar de maneira particular, ou seja, eu pagando a ele por seu trabalho. Depois de uma boa negociação acertei com ele, e em 20 minutos minha linha estava um cristal, mas para minha infelicidade só deu tempo ele dobrar a esquina a linha começou a fazer barulho e depois ficou muda, tentei várias vezes entrar em contato com ele, no dia seguinte foi que consegui o contato com ele, o mesmo me informou que meu problema ele não poderia resolver por conta que o problema seria uma caixa de distribuição da Oi que estava quebrada e só a empresa que pode trocar, mesmo assim ele não me devolveu o dinheiro que recebeu quando prometeu o conserto.

Mais uma vez fui enganado! Olha, de ponta a ponta do país, a insatisfação é grande com a qualidade dos serviços prestados, mas fazer o que, hein? Protestar? Apanhar da polícia em praça pública? Vou não!! A coisa está feia, nós sabemos disso, mas não sabemos como consertar.

terça-feira, 8 de abril de 2014

PRECISO ENTENDER MELHOR O QUE É SOCIEDADE

Sou uma pessoa totalmente contra o abuso de autoridade como também sou contra a falta da autoridade.

Procuro viver sempre paralelamente com os bons modos, me sinto bem ao respeitar as pessoas de forma geral, vivo do meu trabalho que por sinal é suado até demais.

Vivo de forma diferente de muitos, pelo fato de manter disponível para mim somente o que já me pertence de fato e de direito.

Fazendo uma avaliação chego a pensar que metade da produção do meu trabalho suado eu repasso para o governo, porque faço parte da sociedade. Só que eu não sei em que patamar da sociedade eu me encaixo, pois não estou me encontrando com meus direitos.

Mas afinal quais seriam os motivos que me fizeram escrever este texto?

Paciência, vou contar bem direitinho o que me fez amanhecer com este pensamento ante-social. No início da noite de ontem, por volta das 20h, depois de um dia inteiro de trabalho suado, tomei um banho, como de costume, peguei o carro e sai em direção a minha casa.

No meu trajeto, observei que nas margens da BR 304 tinha uma grande quantidade de espuma branca acumulada que ainda não sei o significado daquilo tudo, como sou curioso parei o carro para ver de perto o que seria aquilo.

De repente uma luz vermelha invadiu o interior do meu veículo, percebi que um carro parou bem próximo do meu e uma voz de muita autoridade perguntou o que eu estava fazendo. Eu disse que estava observando a espuma. De repente um homem fortemente armado saiu da porta traseira, enquanto isso o veículo passou para frente do meu e outro carro encostou na parte traseira, também com luzes vermelhas.

Era a polícia rodoviária federal. O policial que estava com um fuzil disse desta forma: “dirija seu carro até ali a viatura” (5 metros do local onde eu estava parado). O mesmo policial mandou que eu me retirasse de dentro do meu carro e ficasse afastado.

Com uma lanterna na mão o policial olhou o interior do carro e em seguida começou uma revista completa. Abriu a porta, olhou dentro do porta luvas, abriu uma gaveta debaixo do banco, levantou tapetes, abriu capo, mala, virou os bancos, olhou a numeração do chassi. Tudo isso comigo afastado.

Em um momento eu tentei me aproximar para ver melhor o que o policial estava fazendo, o mesmo parou o serviço, ficou de pé olhando pra mim e me disse: “fique lá afastado onde eu mandei você ficar.” 

A essa altura eu já estava um pouco encabulado com o que acontecia e perguntei ao outro policial que me vigiava se eu estava em atitude suspeita. O mesmo disse que era pelo fato de eu estar de “bobeira” e que esse seria o procedimento deles.

Enquanto um fazia a revista, outro policial me interrogava sobre de onde eu vinha, pra onde ia, porque eu estava só, onde eu trabalhava, onde eu morava, qual minha profissão. E para ter certeza que eu não estava mentindo, quando falei que morava perto dali ele me perguntou se eu sabia o nome dos estabelecimentos em minha volta e qual eram as ocupações de cada um.

Como não foi encontrado nada no meu veículo que me incriminasse, eles simplesmente disseram que eu estava liberado e que já poderia ir embora.

Sai do local pensativo, me sentindo um nada. Talvez por sentir a falta de um pedido de desculpa, ou mesmo a falta de uma explicação que me convencesse que seria mesmo necessário aquele tipo de tratamento.

O fato de eu ter saído do local inconformado, não quer dizer que os polícias agiram de forma errada, afinal eu sou um dos que pagam para que eles prestem esse tipo de serviço. O nosso sistema sim, está errado.

Penso desta forma por acreditar que de 50 pessoas que são abordadas desta maneira talvez apenas um desses seja um bandido que realmente mereça ser tratado assim.

O certo seria o sujeito sair de uma abordagem como essa com orgulho por ter sido tratado como um cidadão que é sócio de uma invenção chamada sociedade.

domingo, 5 de janeiro de 2014

OS BANDIDOS ATERRORIZAM O RN

A cada dia só piora a situação das pessoas de bem, pessoas essas que só pensam em trabalhar e desta forma contribuir com o estado, mas infelizmente não estão sendo atendidas de forma alguma por seus representantes.

Os noticiários divulgam recordes nas arrecadações e ao mesmo tempo recordes na criminalidade. As pessoas não têm paz, vivem assustadas com o número crescente de pessoas que são molestadas moralmente, fisicamente e financeiramente.

No interior do estado, lugares que ficam mais afastado das grandes cidades, existem locais onde a situação é de pavor. Bandidos invadem residências, batem nas pessoas, levam tudo o que interessa e não são punidos, saem ilesos. Quando é feita investigação, dificilmente é preso um bandido.

O cidadão sem direito a se armar e sem ter a presença da polícia, não tem opção a não ser abandonar suas propriedades. Antes era a seca que expulsava os homens do campo, hoje são os bandos de Lampião modernos e bem mais aparelhados.

Os políticos que controlam o dinheiro público só se preocupam com suas imagens, aplicam o dinheiro do povo da forma que eles mesmos entendem que seja favorável ao seu enriquecimento político.

O Brasil tem que mudar e tem que ser de forma emergencial. A população está desacreditada e não confia em quase mais nada deste país.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

OS VENDEDORES DE REDE


São tantos os problemas existentes ente nós por conta da desigualdade social que muitos deles passam despercebidos pelos órgãos reguladores dos diretos das pessoas.

Um desses problemas, notei em um vendedor de rede que passou aqui na rua carregado de mercadoria. Pelo porte físico que ele tem, dá para ver o excesso de carga. Sobre seus ombros ele carregava várias redes e lençóis. Além disso, Seus braços estavam cobertos de fardos de panos de enxugar pratos.

Pela aparência, se percebia o quanto aquele cidadão deve ganhar. O homem, que aparentava ter 45 anos, estava vestido com bermuda, camiseta e uma sandália desgastada, além disso, pele queimada pelo sol ardente de Mossoró.

A coragem que ele demonstrava ter em enfrentar aquele serviço nos deixa claro que ele pode produzir bem mais com o seu suor, como faz, também, se imaginar que tem alguém que se beneficia do esforço desse cidadão.

Sem estrutura, este homem sai da sua casa e se aventura mundo a fora. Dorme em pátios de postos de combustível, se alimenta de forma irregular, longe de sua família a troco de quase nada.

Imagina-se que, em outro estado, em uma sala climatizada, o proprietário das redes espera o dinheiro chegar através do esforço deste homem, e em troca dá à ele migalhas.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

QUEM PISA NA LAMA TERMINA ENLAMEADO.


É assim no nosso país. Diante do “lamaçal” da corrupção não tem jeito, muito cidadão termina enlameado até mesmo sem está  se beneficiando da sujeira do pântano.

Vendo os meios de comunicação da cidade falando sobre a ultima operação realizada em Mossoró pela Polícia Federal denominada de “Cangueiros” nos deparamos com várias pessoas se solidarizando ao senhor que exercia o cargo de diretor do DETRAN de Mossoró que foi envolvido no caso.

Essas pessoas são conhecidas do envolvido que ficaram chocadas pelo acontecimento por não perceberem do mesmo atitudes suspeitas que dessem para associá-lo ao homem  corrupto.

Conforme os comentários o modo de vida simples deste senhor, não se enquadra no perfil de quem acumula dinheiro de corrupção. Só que a justiça é cega e não tem o meio termo, o que deixa o cidadão de bem, desconfiado com esta navalha cortante ao meio de nós.

As criticas do povo com a justiça é justamente neste sentido, onde se “engole um boi, mais pode se engasga com um mosquito”. Isso é o que deve estar pensando no dia de hoje, a família do diretor do DETRAN de Mossoró.

De qualquer forma devemos aplaudir os trabalhos da Polícia Federal e torcer para que seja feita a justiça na medida certa, que cada um dos envolvidos pague perante a sociedade pelos atos delituosos que cometeram.  

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A COSERN VAI PREMIAR ESCRITORES DE CORDEL



A COSERN premiará a pessoa que fazer o melhor cordel falando sobre o cidadão, os interessados devem se inscrever até o dia 7 de Julho, a inscrição pode ser feita pelo site www.premiocordel.com.br 

A disputa será formada com três categorias: Uma para alunos de ensino fundamental, outra para ensino médio e uma categoria livre. Quem se inscrever na categoria como aluno deverá apresentar documentação provando seu histórico escolar.

Cada participante deverá se inscrever em uma única categoria sob pena de desclassificação. Os trabalhos devem ser inéditos e baseados no tema “O que é ser cidadão”, além disso, o cordel inscrito deverá conter 32 estrofes escritas em sextilhas (seis versos) ou septilhas (sete versos) seguindo padrões estéticos, como conteúdo, rima e métrica. Cada verso terá que conter sete silaba.
A premiação é a seguinte:

Primeiro lugar de cada categoria - R$ 1.000,00 e troféu.
Segundo lugar de cada categoria – R$ 300,00 e troféu.
Terceiro lugar de cada categoria – R$ 200,00 e troféu.
O resultado final será apresentado no dia 8 de agosto na abertura da Feira do Livro         

Interessado no assunto e quer informação sobre detalhes? Acesse o site www.premiocordel.com.br