Ainda não tinha visto ameaças de tanta perda em tão pouco tempo!
Hoje sinto a falta dos protestantes antipetistas nas ruas para pedirem o fim da reforma previdenciária, como também da lei da terceirização.
Será que eles ainda acham que estavam certos? A reforma política que eles pediam desesperadamente deixou de ser importante?
A única coisa que temos certeza é que a lei da terceirização tem um único objetivo: escravizar a classe trabalhadora. Diminuindo o valor da mão de obra e ao mesmo tempo transferindo para o político o poder de indicação.
O pobre que estudou, para poder entrar no mercado de trabalho,terá que pedir o favor a um político para coloca-lo em determinada empresa e assim ficar devendo o voto para o resto de sua vida!
Impotencializados, os cidadãos veem seus direitos, que levaram décadas para serem conquistados, ameaçados de extinção em questão de meses por esses mal feitores que tomaram o poder de formas estranhas.
Acorda Brasil! acorda brasileiro, vai para a rua...
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domingo, 2 de abril de 2017
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
RELATOR É APLAUDIDO AO DEFINIR FAMÍLIA
O relator da Comissão
Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Estatuto da Família, deputado
Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta, 2, seu relatório no qual
estabelece como conceito básico de família "a união de um homem e de uma
mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por
qualquer dos pais e seus filhos".
Exclui-se, portanto, o conceito de que
uma família possa ser formada por pais homossexuais.
Segundo
Garcia, o texto está "alinhado aos preceitos constitucionais e valores
morais e éticos de nossa sociedade, com o fim de garantir direitos e o
desenvolvimento de políticas públicas para a valorização da família".
O
documento também cria os "Conselhos da Família", que serão órgãos
responsáveis pela execução de políticas públicas referentes aos direitos da
família. Após a leitura do texto, o relator foi aplaudido na comissão, formada
majoritariamente por parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica.
O
relatório diz que "nem toda associação humana é base da sociedade e nem
toda relação fará jus à especial proteção, ainda que toda comunidade, se não
contrária ao bem comum ou à lei, deva ser respeitada e faça jus à tutela geral
do Estado".
No
texto, ele defende a competência do Legislativo para legislar sobre o assunto.
"Trata-se de competência do Congresso Nacional regulamentar, para maior
eficácia, a especial proteção constitucionalmente garantida à família.
O
estatuto vem para colocar a família, base da sociedade, credora de especial
proteção, no plano das políticas públicas de modo sistemático e organizado,
como até então não se fizera.
Nada impede que os cidadãos, mediante seus
representantes políticos, advoguem pela inclusão de novos benefícios a outras
categorias de relacionamento, mediante argumentos que possam harmonizar-se à
razão pública", afirma o relator.
O
deputado até chega a abordar as uniões homoafetivas, mas desvinculando-as do
conceito de família. Para tanto, ele cria uma nova denominação, batizada de
"parceria vital", que seria o "enlace entre duas pessoas".
Essa parceria não constituiria uma família e não teria conexão com a
procriação. Serviria apenas para garantir direitos previdenciários.
Para
ele, porém, o texto não reforça a homofobia. "O projeto de lei não exclui
ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador,
porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a
respeito da família. "E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão",
disse.
A proposta é de autoria do
deputado Anderson Ferreira (PR-PE) e tramita na Casa desde 2013. Neste ano,
porém, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu criar uma
comissão especial para tratar do assunto, o que, na prática, faz acelerar sua
tramitação.
terça-feira, 8 de abril de 2014
PRECISO ENTENDER MELHOR O QUE É SOCIEDADE
Sou uma pessoa totalmente
contra o abuso de autoridade como também sou contra a falta da autoridade.
Procuro viver sempre
paralelamente com os bons modos, me sinto bem ao respeitar as pessoas de forma
geral, vivo do meu trabalho que por sinal é suado até demais.
Vivo de forma diferente de
muitos, pelo fato de manter disponível para mim somente o que já me pertence de
fato e de direito.
Fazendo uma avaliação
chego a pensar que metade da produção do meu trabalho suado eu repasso para o
governo, porque faço parte da sociedade. Só que eu não sei em que patamar da
sociedade eu me encaixo, pois não estou me encontrando com meus direitos.
Mas afinal quais seriam os
motivos que me fizeram escrever este texto?
Paciência, vou contar bem
direitinho o que me fez amanhecer com este pensamento ante-social. No início da
noite de ontem, por volta das 20h, depois de um dia inteiro de trabalho suado,
tomei um banho, como de costume, peguei o carro e sai em direção a minha casa.
No meu trajeto, observei
que nas margens da BR 304 tinha uma grande quantidade de espuma branca
acumulada que ainda não sei o significado daquilo tudo, como sou curioso parei
o carro para ver de perto o que seria aquilo.
De repente uma luz vermelha
invadiu o interior do meu veículo, percebi que um carro parou bem próximo do
meu e uma voz de muita autoridade perguntou o que eu estava fazendo. Eu disse que
estava observando a espuma. De repente um homem fortemente armado saiu da porta
traseira, enquanto isso o veículo passou para frente do meu e outro carro
encostou na parte traseira, também com luzes vermelhas.
Era a polícia rodoviária
federal. O policial que estava com um fuzil disse desta forma: “dirija seu
carro até ali a viatura” (5 metros do local onde eu estava parado). O mesmo
policial mandou que eu me retirasse de dentro do meu carro e ficasse afastado.
Com uma lanterna na mão o policial
olhou o interior do carro e em seguida começou uma revista completa. Abriu a
porta, olhou dentro do porta luvas, abriu uma gaveta debaixo do banco, levantou
tapetes, abriu capo, mala, virou os bancos, olhou a numeração do chassi. Tudo
isso comigo afastado.
Em um momento eu tentei me aproximar para ver melhor o
que o policial estava fazendo, o mesmo parou o serviço, ficou de pé olhando pra
mim e me disse: “fique lá afastado onde eu mandei você ficar.”
A essa altura eu
já estava um pouco encabulado com o que acontecia e perguntei ao outro policial
que me vigiava se eu estava em atitude suspeita. O mesmo disse que era pelo
fato de eu estar de “bobeira” e que esse seria o procedimento deles.
Enquanto um fazia a
revista, outro policial me interrogava sobre de onde eu vinha, pra onde ia,
porque eu estava só, onde eu trabalhava, onde eu morava, qual minha profissão. E
para ter certeza que eu não estava mentindo, quando falei que morava perto dali
ele me perguntou se eu sabia o nome dos estabelecimentos em minha volta e qual
eram as ocupações de cada um.
Como não foi encontrado
nada no meu veículo que me incriminasse, eles simplesmente disseram que eu
estava liberado e que já poderia ir embora.
Sai do local pensativo, me
sentindo um nada. Talvez por sentir a falta de um pedido de desculpa, ou mesmo
a falta de uma explicação que me convencesse que seria mesmo necessário aquele
tipo de tratamento.
O fato de eu ter saído do
local inconformado, não quer dizer que os polícias agiram de forma errada,
afinal eu sou um dos que pagam para que eles prestem esse tipo de serviço. O
nosso sistema sim, está errado.
Penso desta forma por
acreditar que de 50 pessoas que são abordadas desta maneira talvez apenas um desses
seja um bandido que realmente mereça ser tratado assim.
sábado, 8 de março de 2014
PARABÉNS PARA ELAS
Mulheres, criação divina, irmã da natureza. O que seria do mundo se não tivesse o amor delas? Hoje, 8 de março, dia internacional da mulher
tem muito o que se comemorar, por conta das inúmeras conquistas adquiridas com o
esforços delas.
Este dia, reservado para homenagear, também serve para se refletir sobre formas de ajudá-las em outras conquistas
importantes, como por exemplo, o respeito.
A mulher ainda se deixa ser
vista por uma grande parte dos homens como um objeto sexual e isso é o último
obstáculo que existe para alcançarmos uma grande mudança. Infelizmente o assédio ainda faz vítimas todos
os dias e isso prejudica a igualdade entre homens e mulheres.
Com a recente conquista da
liberdade, a mulher ainda não encontrou o caminho certo que leva ao patamar
ideal onde ela possa ficar igual aos homens, talvez falte apenas uma simples
organização no novo jeito de viver.
Este período tem provocado
uma desorganização nas famílias que levarão muito tempo para se reorganizarem.
E como se elas ainda estivessem
comemorando a derrubada do muro que as
prendia, e como elas estão em festa, não se importam com o que os homens acham
sobre elas, simplesmente curtem a tão sonhada liberdade.
Quando isso passar e elas
entenderem que podem viver com liberdade sem abandonar os bons costumes do tempo
anterior aí sim nós teremos uma sociedade mais consciente e preparada para a
formação de famílias mais saudável.
Quando elas voltarem, vão encontrar homens exemplados onde não existe mais o machismo nem tão pouco a falta de respeito com elas. Parabéns, mulheres!!!
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
ONDE CHEGAMOS
Hoje não temos a ilusão de
antes, pois pensávamos que tínhamos diversos direitos. Na verdade esses
direitos aos quais me refiro estão todos registrados nos livros das leis. Só
que para muitos, o acesso a eles é quase impossível por conta de vários motivos,
o principal deles é a burocracia e em segundo lugar a desigualdade social.
Não é preciso esforço
algum para encontrar situações que provam a minha linha de raciocínio. Vejam um
exemplo: Um amigo meu comprou um gelador de água em uma loja da cidade, ficou muito
satisfeito com o novo equipamento, pois fazia tempo que sonhava em adquirir o
objeto, só que quando ele foi beber da água ela não estava fria, decepcionado
ele esperou por mais algumas horas na esperança que fossem problemas com a instalação,
mas não deu outra, a água continuava quente, foi quando ele percebeu que o
aparelho não funcionava.
Quando ele retornou à loja
onde fez a compra, outra vez foi decepcionado. A loja não queria de forma alguma
entrar em acordo com ele. Além de não ter o mesmo produto, não queria perder a
venda e apenas se prontificou em dar créditos para serem consumidos na loja.
Não tenho dúvidas dos
direitos do meu amigo, só que para ele sairia mais barato aceitar a proposta da
loja, do que procurar seus direitos. A burocracia que ele teria de enfrentar
não era compatível com o tempo disponível.
Como
já citei acima, isso é apenas um exemplo entre centenas de situações semelhantes, a maioria delas bem mais grave do que a citada, mesmo assim, não compensa a
procura dos direitos.
Isso significa que chegamos
ao topo, não temos mais a certeza da garantia dos nossos direitos, sabemos que
eles existem, mas não é fácil acessa-los. O
perigoso disso é que o criminoso já faz uso desse descaso. Um crime cometido hoje demora pra ser julgado, em muitos
casos chega primeiro o falecimento do réu.
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