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domingo, 22 de novembro de 2015

MPF DENUNCIA CASAL DE EX-DEPUTADOS POR DESVIO DE DINHEIRO DO SUS NO RN

G1
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia à Justiça Federal contra o ex-deputado federal Laíre Rosado Filho, contra a mulher dele, a ex-deputada federal Sandra Maria da Escóssia Rosado, e contra a filha do casal, Larissa Rosado, também ex-deputada. Quem assina a denúncia é o procurador Emanuel de Melo Ferreira, de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte.

Os três, juntamente com outros 12 envolvidos, incluindo o ex-marido de Larissa Rosado, são acusados de montar um esquema para desviar recursos da União destinados à Fundação Vingt Rosado, em Mossoró. De acordo com o MPF, o total dos desvios, em valores atualizados, pode chegar a mais de R$ 2,7 milhões.

As investigações do Ministério Público Federal se inciaram a partir de um relatório do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus). O trabalho realizado pelo Denasus apontou diversas irregularidades nas licitações deflagradas para utilização dos recursos repassados por meio de convênios, entre o Ministério da Saúde e a Fundação Vingt Rosado,
instituição vinculada à família de Laíre Rosado.

Os créditos orçamentários que permitiram o repasse dos recursos foram todos resultados de emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União, propostos pela então deputada federal Sandra Rosado, segundo o MPF.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

E MUITO DINHEIRO PARA SER “SEMEADO”

Hoje ao ler a lista dos setores selecionados para receber recursos oriundos dos 850 milhões que o estado pegou emprestado,  vejo que é muito difícil para o cidadão comum entender que isso será bom para o Rio Grande do Norte, pegar este monte de dinheiro e depois semear por todo o estado, em obras pequenas que poderiam ser tocadas com os recursos já existentes.

E como comparar da seguinte forma: Na administração de uma casa temos que gastar com a manutenção, temos que ter dinheiro para pintar, trocar fechaduras, consertar uma janela, cortar plantas, trocar uma lâmpada. Para fazer essas tarefas, não é necessário contrair dívida.

Já o dono de casa irresponsável justifica um empréstimo dessa forma, e o dinheiro que ele resolvia as tarefas domésticas vai sobrar para outros fins, ou seja, será desperdiçado, mal aplicado. Mas no caso do estado, o problema não vai cair sobre quem contrai a dívida, pelo contrário, vai só beneficia-lo politicamente. O povo tá vendo, viu?  Mais tarde vai cobrar pode apostar nisso.